terça-feira, 8 de março de 2011

Diversidade e Cidadania

Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante." (Albert Schweitzer - Nobel da Paz - 1952)



De acordo com Carlos Francisco Signorelli[1]  “Constituir-se como cidadão é assumir-se protagonista do processo histórico. Assim sendo, o cidadão não delega responsabilidades, não deixa parte de si para outrem

“Aristóteles dizia que o homem, é um ser social. O homem constrói o mundo material e simbólico, constrói a verdade no encontro com o outro. É no rosto do outro, no apelo que este rosto nos faz, na interiorização que este rosto nos leva a fazer que, em resposta, construímos o mundo. Nada existe em mim que não seja, queira eu ou não, partilhar com o outro”.

Então nós mesmos podemos construir a nossa cidadania, com bons hábitos, e posteriormente, através da aprendizagem que recebemos do outrem.

Educar para a cidadania é usar a reflexão, ter consciência crítica; é a nunca se permitir ser objeto, é construir seu próprio ser, criar sua própria identidade, seu próprio mundo; é mostrar a verdade, justiça, igualdade e solidariedade.

“Ensina a educação  ou a ação cultural para a libertação em lugar de ser aquela alienante transferência de conhecimento, é o autentico ato de conhecer em que os educandos também educadores como consciências”intencionadas” ao mundo ou como corpos conscientes, se encerem com os educadores na busca de novos conhecimentos, como conseqüência do ato de relacionamento existente”. (Paulo Freire,1994 pág. 99)
A diversidade cultural se faz presente em todos os momentos, é necessário trazer para a sociedade a importância da convivência com os diferentes seres diversos da comunidade que se faz presente no dia a dia, a pluralidade cultural, os conflitos, as diferenças, os desafios éticos na formação de todos.
Portanto a diversidade se faz presente no dia a dia de cada um. Saber conviver com as diferenças é necessário e imprescindível e todos nós professores, temos a obrigação de passar para os nossos alunos, buscando alternativas para passar esse conhecimento de forma completa e com a certeza de que no futuro teremos, seres capazes de conviver com as diferentes realidades. 



[1] Carlos Francisco Signorelli é professor de matemática, vereador e presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Câmara
Municipal de Campinas.

Valores e Educação

Valores e educação sempre caminham juntos na sociedade humana. Todos temos direitos iguais. Precisamos aprender a conviver com as diferenças sociais, com as mudanças de uma ideologia, viver sem violência. Precisamos deixar de ser individualistas e procuremos nos unir para o futuro da humanidade. Não podemos deixar de citar que é a escola que tem a responsabilidade de passar os valores em conjunto, um conjunto de princípios para o ensino da convivência, usufruindo de liberdade, justiça, igualdade e paz. 

De acordo com Regina de Fátima Migliori, disponível emhttp://eduquenet.net/etica01.htm, a educação, passa por uma mudança e que esta o ser humano deve ser capaz de transformar a fim de moldá-la para o  novo mundo.


Auto estima e emoção

De acordo com o Professor Jamar Monteiro (mestre em Educação pela Unicid, pedagogo, historiador, escritor e palestrante) O PODER DA FELICIDADE, 2003, p 63


“O ser humano que tem as questões emocionais bem resolvidas aprende a gostar de si, a dialogar com humildade a usar o senso critico e acaba se tornando um agente multiplicador de valorização da vida.

Chaves para uma boa auto-estima:
Antes de pensar em desenvolver a auto-estima é necessário olhar para o espelho da vida e ver a própria alma refletida procurar estar sensível às emoções.

Para desenvolver uma boa auto-estima é necessário:
·        Formar uma identidade pessoal de si
(aceitar a singularidade e a diversidade humana);

·        Desenvolver atividade para o auto-conhecimento (procurar desenvolver habilidades principalmente as que temos dificuldades em aceitar)

·        Identificar o que gosta ou não de si (fazer uma auto-analise diária).

·        Descobrir em si habilidades e qualidades positivas e saber aceitar os defeitos que temos (compreender que estamos em processo de evolução).
                                                                                             
·        Procurar ajuda quando necessária (solicitar ajuda a especialistas  em todas as áreas da ciência).

Estes são os caminhos para auto-realização e desenvolvimento da auto-estima. Basta educar-se e exercitar-se.


Cada dia é um dia especial quando aprendemos a compartilhar. Aprender a viver cada segundo de maneira e aproveitá-la para o crescimento pessoal é a chave que abrirá as portas para uma boa auto-estima que bem trabalhada, fortalece, dá energia e motivação.”

Direito de aprender de cada um


As diferenças entre as pessoas existem, mas nem por isso devemos agir com indiferenças entre todos os envolvidos nesta sociedade tão caótica e gritante. Temos a certeza que todos temos direitos iguais, perante a sociedade, na família, em qualquer lugar do planeta. Cabe a todos fazer a sua parte, agindo e valendo de seus direitos e deveres no momento certo. A diversidade existe, todos somos diferentes, no andar, no falar, na fisionomia, porém todos nós somos seres humanos.
                     

                               “A educação é um direito universal do ser humano, sem discriminação nem exclusão. É direito de ser sujeito e ser diferente. É direito de aprender a autonomia para o exercício da cidadania. É um fim em si próprio e um recurso essencial para a realização de todos os direitos humanos. (MONTEIRO, 2005, p. 165)”.


A educação está presente desde os primórdios tempos, o principal objetivo é a formação do individuo, pois educação é para todos, a obrigatoriedade passou a existir nas legislações já desde o inicio do século XX, duas décadas já se passaram e é hoje é fundamental  o direito educação por meio de acesso mais extensivo  entretanto existe a diferenciação entre o ensino a classe dominante e a classe trabalhadora.
Mas o acesso à escola nem sempre contribui para a educação para a cidadania, pois muitos professores não são preparados para lidar com a diversidade nas escolas.





 “A revolução da escola, para poder incluir os excluídos, precisa de uma revolução que o ponha do avesso em sua razão de existir político-pedagógico, em seu ideário político-pedagógico. É necessário muito mais do que uma reformulação do espaço, do conteúdo  programático ou dos  ritmos de aprendizagem ou de uma maior preparação do professor (KUPPER e PETRI, 2000, p.112).”


A educação presente a todo o momento, as dificuldades enfrentadas no sistema de ensino, surge a necessidade de confrontar com as novas práticas pedagógicas e igualar as    oportunidade a todos envolvidos.


 

Convivência na diversidade


Falando em convivência na diversidade, ficamos assustados com o ser humano que é tão relapso em suas atitudes.
As diferenças entre as pessoas existem, mas nem porisso devemos agir com indiferenças entre todos os envolvidos nesta sociedade tão caotica e gritante. Temos a certeza que todos tem direitos iguais, perante a sociedade, a família em qualquer lugar do planeta. Cabe a todos fazer a sua parte, agindo e valendo de seus direitos e deveres no momento certo. Todos somos diferentes, no andar, no falar, na fisionomia, porém todos nós somos seres humanos.

O homem é um ser racional, segundo Saviani (1992) "sua existência se dá por meio de atividades, da ação da prática nas quais essa realizações se concretizam. Para tanto ele tem que interagir com o meio em que vive principalmente saber dividir o espaço e cuidar do ambiente de tal forma que no futuro ele não sinta falta de alguns elementos naturais, mas do jeito que a coisa anda pelo visto não vai sobrar muita coisa e desta forma se faz necessário a educação ambiental em todas as faixas etárias".   
Diversidade Humana, http://www.espacoacademico.com.br/042/42wlap.htm  é tão complexa, uma delas tem envolvimento na escola onde a formação se faz necessário e  prioridade na sociedade.


Educação de Jovens e adultos


Como é gostoso falar de educação de jovens e adultos, muitos passam dificuldades na vida e por um motivo ou outro, os estudos vão ficando para trás e os anos passam, quando a oportunidade chega abraçam idéia de tal forma que o envolvimento torna-se sadio e proveitoso, o que eles aprenderiam em quatro anos deverão agora aprender na metade deste tempo, é difícil, mas ao mesmo tempo é relativamente agradável.
Muitas das vezes um jovem ou um adulto não tem aquele olhar ou até mesmo não sentem-se pertencer a um determinado grupo, devido os saberes que de uma forma ou de outra se encontram tão distante do seu próprio eu. Quantas e quantas vezes, nos deparamos com pessoas em um supermercado que nos pergunta ansiosos pelo preço de tal mercadoria, sabemos, pois que este individuo deixou para traz o direito de uma aprendizagem digna e que seus direitos prevalecem, mas que estes devem buscá-los ou ter alguém que o instrua para tal. Muitos deles são letrados, mas ao pegar um livro ou um jornal não conseguem decifrar nada. Eu alfabetizei um grupo de trinta e dois alunos e que ao final do ano, terminei com um grupo de doze alunos, a evasão foi muito grande. Os motivos eram muitos, algumas das alunas tinham ganhado netos e precisavam cuidar deles, outros o horário do emprego já não dava mais, outros, não conseguiam aprender de imediato e desistiam, outros... Arranjavam as desculpas mais absurdas para desistirem. Vejo que isto acontece até hoje, não é fácil, percebemos que  a força de vontade, muita das vezes não entram na cabeça, um determinado tipo de conteúdo, parece que tudo que perderam lá atrás, ficou muito distante, querem ver tudo de uma vez. É muito gratificante.
São poucas as escolas que oferecem cursos, muitas das aulas, são à noite e eles chegam cansados do serviço e até dormem na sala. 







O milagre
Seria mesmo esta a  minha realidade, eu sou o que sou, ou finjo o que não sou...
Sou mesmo realidade ou mentira, ou talvez ninguém me note, se não notam, eu não existo.
O que são estas pessoas em minha volta, o que elas querem, o mesmo que eu!
Saber os objetivos da minha vida! Eu a s vejo, as ouço, as sinto e não as conheço, E são todos como eu, iguais em tudo membros,coração, cérebro, etc...
O modo de enxergar e entender ao enorme complexo mundo em que vivemos,
E que o existir, o simples fato de existir, faz com que eu me olhe no espelho e diga:
"Isto é um milagre!".
Se for um  milagre eu digo que temos que dar valor a vida e agradecer a quem o fez.
Eu não sou mentira, eu sou verdade, eu existo, busco, luto, não me entrego, se perder sei que ainda vou ganhar...
Não me notaram... Não tem importância, quem sabe amanhã me notem, e vejam atributos de valor, aquele que todo homem na face na terra teriam:
Valores que se perdem a cada dia, com a busca louca de substituir, esquecendo-se dos velhos e bons costumes, como por exemplo, a EDUCAÇAO.
                                                              
                                                                  Milton Hipólito Santos,(EJA)idade 41 anos 


           Instituto Sidarta(2005); Eu escrevo, tú escreves, nós mudamos. Tema:A linha e o Destino



Os valores 
que adquirimos 
no decorrer de nossas vidas, 
onde foram parar, 
perdeu-se com o tempo, 
onde foi parar EDUCAÇÃO?
                                            

Educação do Campo


A interação é importante entre os jovens de campo.
Interação
O que surge primeiro é o espaço familiar ou a comunidade de origem, a escola compartilha os diversos saberes que possui com os outros.
A Pedagogia da Alternância vem de encontro com a necessidade de se observar, ver, descrever, refletir, analisar ou questionar através da família, e procurar responder às questões que surgem  através das aulas.
 Jean Piaget, “fazer pra compreender" isto quer dizer que em primeiro lugar devemos praticar, para depois crias a teorias referentes a prática. 
A educação no campo é uma necessidade importante, pois o individuo tem que ter a capacidade de aprender através dos processos alfabetizadores, tanto para jovens como para adultos , pois a base de outras aprendizagens requer da necessidade da educação a saúde,nutrição e sabemos que a alfabetização é o alicerce, é o elo que inicia toda e qualquer aprendizagem.
Muitos ainda se escravizam, pois sabemos que a falta de moradia, o sonho de um trabalho justo, dão origem a situações de exploração.
Tudo que vier de encontro com a aprendizagem dos alunos é válido,além de estarem contribuindo com a sociedade rural, estão se socializando com o meio rural onde vivem.
De acordo com o texto "ensino de alternância é fundamental para a observância do aluno por parte do professor em suas habilidades e serve até como terapia para eles, evitando assim a evasão escolar..." comentário feito por Josenildo Batista. 

Educação ambiental

O homem é um ser racional, segundo Saviani (1992) sua existência se dá por meio de atividades, da ação da prática nas quais essa realizações se concretizam. 
Para tanto ele tem que interagir com o meio em que vive principalmente saber dividir o espaço e cuidar do ambiente de tal forma que no futuro ele não sinta falta de alguns elementos naturais, mas do jeito que a coisa anda pelo visto não vai sobrar muita coisa e desta forma se faz necessário a educação ambiental em todas as faixas etárias. 
                                    

                                  Projeto Ecologia
Alunos atendidos: 2ª série (3º ano)
Duração: 15 dias

Objetivos:
·        Perceber a inter-relação dos elemetos do meio ambiente.
·        Identificar-se como parte integrante do meio ambiente.
·        Compreender que a ação incorreta do homem interfere no equilíbrio ecológico.
·        Perceber a importância das mãos como instrumento de transformação do mundo.
·        Ampliar o conceito de meio ambiente e ecologia.
·        Reconhecer que cuidar de plantas é conservar o meio ambiente em que vivemos.
·        Perceber a importância da participação individual e coletiva no cuidado como meio ambiente.
·        Conscientização dos aspectos ecológicos água ar e solo.
·        Conscientização dos danos à ecologia como poluição, desmatamento, erosão, etc...
·        Reconhecer a importância de integração
·        Com o meio ambiente.
·        Desenvolver a habilidade de coletar dados.
·        Investigar o ambiente em que vivemos.

Desenvolvimento:
ü     Leitura de textos informativos.
ü     Leitura dos livros: “O sol e a borboleta”, “A gotinha Plim, plim”, “A borboleta e o grilo”, “Além do arco-íris”, “O sol o amigo da natureza”, “Perigo na Floresta” de Gerusa R, Pinto – Editora FAPI-LTDA
ü     Produção de textos
ü     Observações com relatos pessoais e entrevistas
ü     Passeios ecológicos (horto florestal, parque ecolândia,)
ü     Relatórios e confecções de murais
ü     Concurso de frases sobre  a arvore
ü     Confecção de maquetes
ü     Cruzadinhas, caça-palavras, jogos

Avaliação:
Finalizar com uma excursão ecológica ao horto florestal, praça, parque Ibirapuera ou um  local onde tenha muitas arvores onde os alunos deverão fazer um relatório escrito ou ilustrativo descrevendo o que observaram.


      Fragmento da Cartilha de Educação Ambiental - Instituto Ambiental Brasil - 2009 - www.institutoambientalbrasil.org 


Os humanos por conta de seus interesses conseguem destruir o meio ambiente para proclamar um meio de subsistência, sendo assim destrói de tão belo que são as matas junto com seu habitat estão os animais nativos e as conseqüências serão danosas, catastróficas   e de longa duração.
A preocupação com o equilíbrio do meio ambiente se faz necessário e urgente, precisamos de informações adequadas a fim de disponibilizar ações a fim de preservar o ecossistema.
A conscientização ambiental é de suma importância fundamental para um futuro melhor.




                                                        

A diversidade é uma das principais características do Brasil com uma população formada por diversas culturas e um grande território.São vinte e seis Estados, um Distrito Federal e cinco mil e quinhentos e sessenta e três municípios, que neste cenário encontram-se a maior biodiversidade do Planeta, espalhados por seis biomas: Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal e Pampa.
Fragmento da Cartilha de Educação Ambiental - Instituto Ambiental Brasil - 2009 - www.institutoambientalbrasil.org 
Vamos criar atitudes responsáveis e sustentáveis com consciência e preservar um meio ambiente ecologicamente equilibrado.

Questões do gênero e diversidade sexual



A diversidade sexual, agora mais do que nunca está presente a todo o momento, nas famílias em geral, muitas vezes quando você pensa que determinada pessoa, será em relação ao gênero de acordo com a construção social e cultural que lhe impuseram,  ela passa a adquirir, dotes inversos ao que se espera, transforma a sua postura e as pessoas que estão a sua volta por determinados fatores, não aceitam a realidade, definida por ela passando a maltratá-la e a sub-julgá-la, de tal forma que isto passa a ser uma discriminação relacionada ao gênero.

                                                                 
A escola tende a  direcionar o individuo a uma postura de acordo com o genêro, a familia por sua vez inicia essa relação da criança com o mundo, sabemos que desde a infância os pais já impõem de acordo com a cor da roupa, os brinquedos, o que é certo para uma menina e o que não é certo e para o menino a mesma coisa, "menino não chora" diz o pai "menina brinca de casinha" diz a mãe e por ai vai.
O preconceito sexual inicia na escola quando por exemplo um menino só se interessa por estar no meio das meninas e os colegas o chamam de menininha, bonequinha...e a menina por sua vez brinca de futebol com os meninos. 
  

Relações étnico-raciais



Os quibombolas é um povo que vem lutando para manter sua cultura e tradição através dos tempos.
Hoje ainda vemos alguns quibombolas em alguns Estados do Brasil tentando seguir suas tradições.
Os remanescentes de algumas comunidades dos quilombos sofreram algumas mudanças e modificações em relação ao que se havia concebido pelos historiadores.



“O Brasil é um país que está aberto a novas etnias e novas raças, a diversidade entre diversos grupos faz com que a população, passe a articular medidas para que o esforço comunitário vá em direção a um mesmo propósito. A descriminação é processo que está vinculado aos indivíduos em que ele não perceba como é  apresentado diferenciação entre os seres vivos”.




O racismo, a marginalização tem passado por diversos processos de transformação  no Brasil,  de maneira a combater principalmente pelas comunidades de movimento negro.




Sujeitos dos saberes

 De acordo com Sérgio Augusto Domingues[1], 2009 , a preocupação dos homens de poder , tem sido de desvalorizar a cultura indígena, são poucos os índios que restaram, e os mesmos lutam por uma sobrevivência e a educação prevista por eles, muitas vezes é relacionada não só de alfabetização e matemática, no ensino de motoristas e muitas vezes, aquela cultura que eles tinham como por exemplo a pajelança e muitas danças típicas que os mesmos tinham em seu modo de vida, hoje está mudando, muitos deles já não usam aqueles trajes fabricados de elementos da natureza e sim já se portam, como os homens que não são índios. Quando um  povo não tem sua cultura respeitada, seus costumes e crenças são ignorados então podemos dizer que foram  violentados. Os materiais que relatam sobre a  história, a verdadeira “História” não era mostrada de tal como o fato era apresentado.  Por muitos anos fomos educados  que os índios eram “selvagens”, diferentes do homem branco “civilizado”.

Até a colonização acontecer os índios sofreram muitas perdas ficaram órfãos, restando neles  um sentimento de submissão e perda.
Hoje, não mudou muita coisa, a defesa dos Direitos Humanos está ligada à Educação Indígena, uma vez que são considerados estrangeiros dentro de seu próprio país. Muitas ONGs tentaram inovar os métodos de alfabetização indígena, que reconduz os índios ao seu modo de viver tradicional, à busca das origens e reconstrução da identidade indígena.
Na orientação escolar dos indígenas formam-se monitores motoristas, professores, para que possam recuperar as funções de autonomia na gestão de sua própria sobrevivência. Hoje existem alfabetizadores no meio de alguns grupos indígenas do Brasil
Os índios são “civilizados” e “organizados”, tem sua própria cultura e devem ser respeitados como qualquer povo.


 




[1] Sérgio Augusto Domingues - Professor Pós-Doutor Sociólogo e Antropólogo pela Faculdade de Filosofia e Ciências Universidade Estadual Paulista - UNESP